Visão 2013

IFE Visão 2030 Informativo Eletrônico com os destaques da semana

IFE Visão 2030: nº 95 - de 16 a 29 de abril de 2015
lEditor:Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Novos Paradigmas de Consumo


1 Confaz publica ajuste que caracteriza micro e minigeração
2 Decisão do Confaz é considerada como passo importante na microgeração
3 Consumo de energia cai 5,4% em abril, aponta CCEE

 

Perspectivas da Matriz Elétrica


1 CCEE: capacidade eólica no Brasil cresce 113% em 12 meses
2 Geração de energia eólica aumenta 120% em março, segundo CCEE
3 Produção de bioeletrecidade subiu 34% no 1º tri
4 E&Y aponta Brasil como um dos países mais atraentes em energia renovável
5 Ministério de Minas e Energia prevê quatro novas usinas nucleares até 2030
6 Renováveis já venceram os combustíveis fósseis no mundo

 

Mobilidade Elétrica


1 Maior frota de táxis elétricos da América do Sul comemora segundo aniversário
2 Evento em São Paulo discutirá mobilidade elétrica e híbrida
3 Volvo utiliza ônibus híbrido em evento no Sul do Brasil
4 Portugal é o terceiro maior mercado para carros eficientes
5 Vendas de carros elétricos crescem 100% em Portugal
6 Coreia do Sul lança rodovia com painéis solares
7 Google poderá fabricar baterias para carros elétricos
8 Canadá registra recorde de veículos elétricos
9 Califórnia tem carregador solar para veículos elétricos

 

Tendências Regulatórias


1 Novos indicadores devem ser usados para avaliar qualidade do serviço de distribuição

 

Modelos Setoriais Para a “Cidade do Futuro“


1 Evento em São Paulo apresenta soluções para impulsionar cidades inteligentes no Brasil
2 GE realiza projetos de Cidades Inteligentes para municípios dos Estados Unidos

 

Novos Paradigmas de Consumo

 

1 Confaz publica ajuste que caracteriza micro e minigeração

 

O Conselho Nacional de Política Fazendária publicou nesta segunda-feira, 27 de abril, ajuste ao Sistema Nacional de Informações Econômicas e Fiscais 02 /2015, dispondo sobre a micro e minigeração. O ajuste dá as características necessárias no aspecto tributário para a operação, autorizada pela resolução 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica. O Confaz também publicou o convênio 16/2015, que autoriza os estados de Goiás, Pernambuco e São Paulo concederem isenção do ICMS incidente sobre a energia elétrica para as operações e microgeração e minigeração. A isenção não se aplica ao custo de disponibilidade para a energia reativa, demanda de potência, encargos, uso do sistema ou outros valores cobrados pela distribuidora. Para ler o D.O. com a resolução e o convênio, clique aqui e aqui. (Agência CanalEnergia – 27.04.2015)

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2 Decisão do Confaz é considerada como passo importante na microgeração

 

A publicação pelo Conselho Nacional de Política Fazendária do ajuste que disciplina a mini e a microgeração de energia foi bem recebida pelo setor. Junto com ela, o convênio autorizado pelo conselho que zera o ICMS nesse tipo de operação em São Paulo, Pernambuco e Goiás, foi recebido como um sinal positivo que pode dar início a um incremento no segmento. De acordo com Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a medida faz com que caia um obstáculo. "Ela corrige a barreira tributária que existia", explica. A cobrança de ICMS vinha de uma lacuna na resolução 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica, que apesar de regulamentar a atividade, não tinha força para estabelecer que a operação era um mútuo e não incidiria imposto sobre ela. A expectativa é que o aval dado para que esses três estados zerem o imposto faça com que os outros estados da federação se organizem internamente para também adotar essa isenção, entrando no mesmo convênio. Minas Gerais já tem uma lei estadual sobre o assunto e estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e os da região Nordeste também já demonstraram interesse em zerar a alíquota. "Os secretários estaduais de Fazenda devem se posicionar", avisa Sauaia. Ainda segundo o presidente da Absolar, os estados terão um ganho de atratividade com a microgeração. Segundo informações dadas pelo coordenador do Confaz, José Barroso Tostes Neto, que é secretário de Fazenda do estado do Pará, esses estados foram contemplados primeiro porque já possuíam unidades com excedente de energia, mas que os outros poderiam ser inseridos no convênio. Barbara Rubim, da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, considerou a decisão do Confaz uma medida positiva já que sem a isenção, a microgeração ficava em média 20% mais cara por causa do ICMS. Mas ela gostaria que o convênio já estivesse sendo aplicado em todos os estados da federação. O impacto nesse momento seria pequeno, uma vez que o país tem pouco mais de 300 projetos de microgeração. Ela também pede uma atitude mais agressiva do governo no tema. "Falta uma postura mais ativa do governo federal em negociar e pressionar os estados para que eles adotem essa medida ", observa. No último dia 23 de abril, ativistas do Greenpeace foram até o Palácio do Planalto munidos de placas solares para pedir a presidente Dilma Rousseff que incentive o uso da energia solar, começando pelo próprio palácio. No início do mês, a organização também foi ao ministro da Fazenda Joaquim Levy para que ele, que é o presidente Confaz, pressionasse pela alteração na forma de incidência do ICMS nos Estados. (Agência CanalEnergia – 27.04.2015)

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3 Consumo de energia cai 5,4% em abril, aponta CCEE

 

Dados preliminares de medição coletados entre os dias 1º e 21 de abril apontam queda no consumo (-5,4%) e na geração (-4%) de energia elétrica no país, na comparação com o mesmo mês de 2014. Em abril, a análise do desempenho da geração de energia aponta que 60.306 MWmedforam entregues ao sistema. O destaque no período é a produção das usinas nucleares, que registraram a produção de 1.887 MWmed, montante 47,5% maior que em abril do ano passado. Já as usinas eólicas aumentaram a produção em 77%, ou 1.332 MWmed entregues no período analisado. As usinas hidráulicas produziram 43.290 MWmed, uma queda de 7% em relação a 2014. Hidrelétricas e PCHs representaram 71,78% da geração de energia em abril, índice 2,4 pp menor que o registrado no ano passado. O consumo de energia elétrica, que somou 57.141 MW médios, teve variação negativa de 5,4% frente a abril de 2014, com baixa tanto no mercado cativo quanto no ambiente de contratação livre. Já o consumo cativo, de 42.625 MW médios, foi 5,6% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, enquanto os agentes livres apresentaram redução foi ligeiramente maior (-6,2%), somando 14.516 MW médios. Dentre os segmentos industriais que adquirem energia no ambiente livre, apenas os setores de extração de minerais metálicos (+6,76%) e telecomunicações (+6,56%) registraram elevação no consumo frente a abril do ano passado. Os demais setores registraram queda, com destaque para os de bebidas (-25,3%) e veículos (-22,4%). Houve registro de queda na geração (-35%) e no consumo (-5,4%) de energia pelos agentes autoprodutores. Mesmo assim, destaca-se um importante aumento no consumo das empresas autoprodutoras que atuam nos segmentos de transportes (+28%), extração de minerais metálicos (+20%) e madeira, papel e celulose (+17%). Há a estimativa de que as hidrelétricas integrantes do MRE gerem o equivalente a 77,7% de suas garantias físicas, ou 40.337 MWmed em energia elétrica, na quarta semana de abril. (Agência CanalEnergia – 24.04.2015)

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Perspectivas da Matriz Elétrica

 

1 CCEE: capacidade eólica no Brasil cresce 113% em 12 meses

 

A capacidade instalada das usinas eólicas em operação no Brasil teve um aumento de 113% nos últimos 12 meses, passando de 2.758 MW para 5.861 MW entre março de 2014 e o mesmo mês de 2015. Os dados prévios da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica apontam ainda que a geração de energia pelas usinas eólicas em março deste ano, cerca de 1.384 MW médios, representou montante 120% superior aos registros do mesmo período do ano passado. O crescimento da capacidade eólica, de 3.103 MW, é explicado pela entrada em operação, ao longo do período, de usinas viabilizadas no 2º Leilão de Energia de Reserva, realizado em 2009, no 2º Leilão de Fontes Alternativas de 2010 e no 12º Leilão de Energia Nova de 2011, além de parques com entrega no Ambiente de Contratação Livre e do aumento na potência de empreendimentos existentes. Hoje, a matriz energética brasileira conta com 233 usinas eólicas em operação comercial, 121 a mais do que no ano anterior. Dados do Conselho Global de Energia Eólica apontam o Brasil, ao lado de China, Alemanha e Estados Unidos na lista dos países com maior incremento na capacidade instalada de energia eólica no mundo em 2014. A maior geração por estado, segundo a prévia de medição, foi a do Rio Grande do Norte, com o registro de 436 MW médios. Em seguida aparece a Bahia, com 332 MW médios; Rio Grande do Sul, com 283 MW médios e o Ceará, com 220 MW médios. Em capacidade instalada, o ranking também é liderado pelo Rio Grande do Norte, com 1.909 MW; Ceará, com 1.302 MW; Rio Grande do Sul, com 1.145 MW; Bahia, com 959 MW, e Santa Catarina, com 224 MW. O aumento da capacidade instalada nos últimos 12 meses foi concentrado principalmente no Nordeste, com entrada de 2.555 MW em capacidade na região, que alcançou 4.453 MW instalados. O montante representa 75% da capacidade total de usinas eólicas do país. (Agência CanalEnergia – 23.04.2015)

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2 Geração de energia eólica aumenta 120% em março, segundo CCEE

 

A geração de energia eólica atingiu 1,4 mil MWmed em março, 120% a mais do que no mesmo período de 2014. A capacidade instalada dessa fonte de eletricidade cresceu 113% no mesmo intervalo, para 5,9 mil MW. O crescimento é explicado pela entrada em operação de usinas viabilizadas pelo segundo leilão de energia de reserva, realizado em 2009, pelo segundo leilão de fontes alternativas de 2010 e pelo décimo segundo leilão de energia nova, de 2011. Além disso, houve entrega de parques no ambiente de contratação livre e aumento de potência de empreendimentos já existentes. Segundo a CCEE, hoje a matriz energética brasileira conta com 233 usinas eólicas em operação comercial, 121 a mais do que no ano anterior. A maior geração por Estado foi no RN, com registro de 436 MWmed, seguido pela Bahia, com 332 MWmed e, pelo RS, com 238 MWmed. Já o aumento da capacidade instalada nos últimos 12 meses foi concentrado principalmente no NE, com entrada de 2,5 mil MWmed, levando a capacidade total da região para 4,4 mil MWmed, equivalentes a 75% do total do país. (Valor Econômico – 23.04.2015)

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3 Produção de bioeletrecidade subiu 34% no 1º tri

 

Para queimar estoques de biomassa já acumulados e também gerar receita adicional, as usinas de cana-de-açúcar mantiveram as caldeiras ligadas a todo vapor no primeiro trimestre deste ano e produziram mais eletricidade. Entre janeiro e março deste ano foram exportados ao SIN 1,347 mil GWh de energia de biomassa, um crescimento de 34% frente ao mesmo intervalo do ano passado. Zilmar de Souza, consultor de bioeletricidade da Unica, diz que quando os preços do MWh superaram R$ 800, houve uma corrida das usinas por aquisição de outras biomassas para complementar a oferta do bagaço. As indústrias compraram cavaco de madeira, poda de árvores, além de terem feito um esforço para recolher o máximo possível de palha de cana do campo, a fim de maximizar a produção de eletricidade. Mas, em dezembro, o governo federal anunciou que em 2015 seria reduzido à metade o PLD, que é usado como referência no mercado livre de energia. A medida reduziu o estímulo econômico da cogeração com matéria-prima de terceiros, mas o que já estava em estoque foi para as caldeiras no primeiro trimestre e virou eletricidade. (Valor Econômico – 17.04.2015)

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4 E&Y aponta Brasil como um dos países mais atraentes em energia renovável



O Brasil é o país da América Latina mais atrativo para investimentos em energia renovável, é o que indica a nova edição do Renewable Energy Country Attractiveness Index, ranking da E&Y que analisa o mercado de fontes limpas em 40 países. O Brasil aparece em 9º lugar e consolida sua posição como um dos principais destinos de investimentos do mundo. China é a primeira colocada do ranking, seguida por Estados Unidos, Alemanha e Japão. Atualmente, o Brasil é o segundo colocado em atratividade hidrelétrica, principal matriz energética nacional, quarto em potencial para biomassa, quinto para energia eólica em terra e nono para energia solar. O país tem pontuação de 56,7, entre Reino Unido (58,5) e Austrália (56). A metodologia adotada para calcular a pontuação considera o grau de estabilidade macroeconômica, ambiente para negócios, priorização para as fontes renováveis, condições de financiamentos para empreendimentos e atratividade dos projetos. Para Mário Lima, diretor de consultoria em sustentabilidade da EY, o panorama positivo do país reflete os planos divulgados pela EPE de que a oferta de energia renovável brasileira crescerá entre 35% e 40% por ano nos próximos anos. A biomassa, por outro lado, compete diretamente com a indústria alimentícia e demonstra pouca maturidade, sendo a tecnologia em que o Brasil se encontra na pior colocação individual no ranking, 24º lugar. (Agência CanalEnergia – 15.04.2015)

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5 Ministério de Minas e Energia prevê quatro novas usinas nucleares até 2030

 

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, defendeu novamente que o Brasil continue investindo na expansão de seu parque gerador nuclear. Em apresentação, ele citou que o planejamento do governo para o setor prevê a construção de quatro novas usinas nucleares até 2030 e outras oito até 2050. "Não seremos uma Alemanha, uma França ou um Japão em energia nuclear, mas não podemos abrir mão da tecnologia em função da segurança energética e do custo dessa energia. Ela é muito mais barata", argumentou o ministro. Ele voltou a dizer que a 13ª rodada de leilão de exploração de petróleo e gás deve ocorrer somente no último trimestre de 2015. Está prevista a licitação de áreas em terra e no mar, na camada pós-sal. (O Estado de São Paulo – 15.04.2015)

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6 Renováveis já venceram os combustíveis fósseis no mundo

 

A corrida pela energia renovável passou um ponto de inflexão. O mundo já está adicionando mais capacidade de geração de energia renovável por ano do que de energia via carvão, gás natural e petróleo combinados. E não há volta. A mudança ocorreu em 2013, quando o mundo adicionou 143 gigawatts de capacidade de geração de eletricidade por fontes renováveis, acima dos 141 GW de novas usinas que queimam combustíveis fósseis, segundo análise apresentada esta semana na reunião anual Bloomberg New Energy Finance (BNEF), em Nova York. A mudança continuará a se acelerar, e até 2030 serão adicionadas mais quatro vezes a capacidade renovável em relação à atual. "O sistema elétrico está migrando para fontes limpas" , disse Michael Liebreich, fundador da BNEF. "Apesar da mudança nos preços do petróleo e do gás, haverá um acúmulo substancial de energia renovável, provavelmente maior que o incremento em carvão e gás." Os preços das energias eólica e solar continuam a cair, e agora estão em paridade ou mais baixos que a média da eletricidade em muitas regiões do mundo. A energia solar, a mais nova entre as principais fontes de eletricidade, constitui menos de 1% do mercado de energia elétrica atualmente, mas será a maior fonte no mundo em 2050, segundo a Agência Internacional de Energia. A questão já não é se o mundo vai fazer a transição para uma energia mais limpa, mas quanto tempo isso demorará. (Valor Econômico – 17.04.2015)

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Mobilidade Elétrica

 

1 Maior frota de táxis elétricos da América do Sul comemora segundo aniversário

O Programa de Táxis Elétricos da Nissan no Rio de Janeiro completou dois anos contribuindo para tornar mais limpo o ar da cidade. As 15 unidades do modelo 100% elétrico Nissan LEAF usadas no programa, que formam a maior frota de táxis elétricos da América do Sul, rodaram juntas no período cerca de 900 mil quilômetros sem emissões de poluentes – emissões zero. Assim, se comparado a um carro de porte médio com motor a gasolina rodando a mesma distância, cada táxi elétrico evitou que fosse despejado na atmosfera, por exemplo, nove toneladas de CO². Somada toda a frota de LEAF que roda atendendo a população e turistas na cidade, em apenas um ano foi evitada a emissão de mais de 135 toneladas de CO². Uma prova de que, além de atender com conforto e qualidade os usuários, podendo ser usado normalmente no dia a dia, o carro 100% elétrico é uma solução real para a mobilidade sustentável. (Ambiente Energia – 21.04.2015)

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2 Evento em São Paulo discutirá mobilidade elétrica e híbrida

 

O Seminário de Propulsões Alternativas, promovido pela primeira vez pela AEA - Associação Brasileira de Engenharia Automotiva - acontece nesta quarta-feira, dia 29 de abril, no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano no Sul/SP. Com o tema “Como as propulsões veiculares, de hoje e do futuro, podem melhorar a qualidade de vida”, o evento traz 12 palestras sobre propulsões alternativas, veículos híbridos, elétricos, alternativas e soluções para as novas tecnologias que estão disponíveis hoje e que virão a ser em futuro próximo. Como proposta, a discussão de temas ligados às alternativas e soluções para melhorias da mobilidade urbana. Hoje, trata-se de um dos maiores desafios nas grandes cidades e capitais brasileiras para a cadeia automotiva e autoridades governamentais, ora pelo tempo perdido, emissões de poluentes, elevados preços dos combustíveis, condições de infraestrutura viária, entre outros. (Segs – 28.04.2015)

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3 Volvo utiliza ônibus híbrido em evento no Sul do Brasil

 

O novo ônibus Marcopolo Viale Double Decker Sunny com tecnologia híbrida da Volvo foi utilizado para transportar moradores das cidades de Itajaí e Camboriú durante a etapa brasileira da Volvo Ocean Race, que aconteceu entre os dias 4 e 19 de abril, em Itajaí, Santa Catarina. As sete equipes participantes da maior competição náutica a vela do mundo partiram, no último domingo, com destino a Newport, nos Estados Unidos, sexta etapa das 11 previstas. O Viale DD Sunny tem tecnologia híbrida da Volvo Bus Latin America e passou pelos principais bairros e avenidas das duas cidades rumo à Vila da Regata, em Itajaí. Possui conjunto propulsor formado por um motor elétrico de 160 cv de potência, que utiliza baterias de íon de lítio, e também dispõe de motor diesel/biodiesel de 215 cv. (Transportes – 24.04.2015)

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4 Portugal é o terceiro maior mercado para carros eficientes

 

Os automóveis novos vendidos em 2014 na Europa emitem, em média, menos 2,6% de dióxido de carbono em comparação com 2013 e Portugal está entre os três países onde foram comprados carros mais eficientes. Segundo um relatório da Agência Europeia do Ambiente (sigla EEA, em inglês), hoje divulgado, os carros novos que entraram no mercado europeu no ano passado deram origem, “em média, a 2,6% menos dióxido de carbono [CO2] do que aqueles vendidos em 2013 e [as emissões estão] quase sete gramas de CO2 por quilômetro abaixo da meta para 2015″. O nível médio de emissões dos novos carros foi 123,4 gramas de CO2 por quilômetro, já abaixo das 130 gramas fixadas como objetivo para este ano e, desde 2010, quando se iniciou a monitorização com base nas regras atuais, a EEA registou uma descida de 12% das emissões, mas os fabricantes automóveis têm ainda de esforçar-se para chegar à meta de 95 gramas, marcada para 2021. (Observador – 16.04.2015)

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5 Vendas de carros elétricos crescem 100% em Portugal

 

O jornal Público dá conta, esta quinta-feira, de um aumento no número de carros elétricos em Portugal. Só nos dois primeiros meses deste ano, revela a publicação, a comercialização destas viaturas duplicou, mas a reboque do aumento da venda de carros ‘tradicionais’. E isto porque, apesar de ter sido vendido o dobro de carros elétricos, estes representam apenas um em cada 500 carros ligeiros vendidos em primeira mão. Os mais recentes dados da Acap-Associação Automóvel de Portugal, cotados pelo jornal, indicam que, entre os 26 mil veículos ligeiros de passageiros vendidos em Portugal nos dois primeiros meses do ano, somente 52 eram carros elétricos. (Notícias ao Minuto – 16.04.2015)

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6 Coreia do Sul lança rodovia com painéis solares

 

Ter ciclofaixas ou não ter ciclofaixas, eis a questão. Esse dilema shakespeariano que agita os paulistanos nas redes sociais não faria muito sucesso na Coreia do Sul. Por lá, o debate pela necessidade de se ter vias funcionais para bicicletas já está em outro nível, e avançam tanto em distância quanto em tecnologia. As cidades de Daejeon e Sejong, seperadas por uma impecável estrada de 32 quilômetros, resolveram ouvir seus usuários. Muitos disseram que usariam bicicleta para percorrer essa distância entre as duas se fosse possível. Ambas estão a duas horas da moderna capital Seul, ou seja, longe de nervoso centro urbano e próximas do interior do pequeno país. Mas nada que impedisse um obra cara e útil em diversos aspectos, que é a nova rodovia para bicicletas instalada no meio da estrada que liga as cidades. Mas o fato de ciclovia ser separada das faixas dos carros e ter total segurança não foi suficiente para os coreanos. Eles queriam mais. E o mais veio em forma painéis solares que, segundo eles, ainda servem para proteger os ciclistas do sol. (O Estado de São Paulo – 18.04.2015)

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7 Google poderá fabricar baterias para carros elétricos

 

O laboratório do Google X está desenvolvendo baterias mais eficientes (que duram mais tempo), de acordo com o The Wall Street Journal. A empresa não confirmou nada ainda, mas vendo como a maioria de seus produtos necessitam de baterias para funcionar (telefones, wearables, carros de auto-condução, etc.), não é difícil de acreditar na informação. Esta iniciativa particular, aparentemente começou em 2012, quando o Dr. Ramesh Bhardwaj começou a testar fontes de energia do Google Devices. Agora, sua equipe trabalha duro na instalação semi-secreto da empresa, tentando avançar a tecnologia de íons de lítio. Eles também estão tentando evocar tecnologia de bateria de estado sólido que é, financeiramente, viável para produção em massa de produtos de consumo. Você, provavelmente, está familiarizado com baterias de lítio-íon, como é, frequentemente, utilizadas em eletrônica, então vamos falar sobre as baterias de estado sólido. Essas são menores do que as baterias normais, pois elas transmitem as correntes através de sólidos em vez de líquidos. A ausência de eletrólitos líquidos inflamáveis, também, significa que elas são mais seguras. (The Wall Street Journal – 18.04.2015)

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8 Canadá registra recorde de veículos elétricos

 

Centenas de carros, mas nem uma gota de gasolina no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, Canadá, neste sábado. Com 412 veículos reunidos, os organizadores conseguiram registrar um novo recorde de encontros de carros plug-in. O recorde de maior desfile anterior havia sido de 160 carros elétricos. Quebec é o maior mercado do Canadá para os veículos elétricos e lar de mais de 5.000 veículos elétricos nas ruas, e os organizadores esperam que esse número cresça ainda mais. "Temos sorte que em Quebec a nossa energia é limpa. Quanto mais usamos carros elétricos, mais nos tornamos independentes em termos de energia", disse Sylvain Castonguay, Diretor do Instituto Innovative Vehicle. Marcel Guay, que promove o Nissan Leaf, disse que um carro a gasolina típico custa entre US$ 1.500 a US $ 2.000 por ano em abastecimento, enquanto um carro elétrico como o Leaf custa apenas US$ 280 em eletricidade por ano. Quebec oferece descontos de cerca de US$ 8.000 na compra de um veículo 100% elétrico, o que significa que um carro como o Leaf, pode custar em torno de US$24.000. (Montreal.ctvnews – 19.04.2015)

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9 Califórnia tem carregador solar para veículos elétricos

 

Uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover o transporte elétrico na Bay Area, anunciou o lançamento da campanha "Driving on Sunshine". Em colaboração com o Departamento de Meio Ambiente e Envision Solar San Francisco, o programa vai patrocinar postos de carregamento de veículos elétricos a base de energia solar. As estações estarão em locais de grande visibilidade em todo bairros São Francisco ao longo deste ano. A Driving on Sunshine é financiado pelo Projeto 11th Hour, um programa de A Fundação Família Schmid. "Este programa inovador permite que a cidade de San Francisco demonstre que os veículos elétricos podem carregar 100 por cento em fontes renováveis, sem impacto para a rede elétrica e com emissões zero absoluto", disse o prefeito de São Francisco Ed Lee. "Dirigir on Sunshine é um exemplo perfeito de tomar medidas inovadoras para proteger o clima." (Electric Car Report – 20.04.2015)

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Tendências Regulatórias

 

1 Novos indicadores devem ser usados para avaliar qualidade do serviço de distribuição

 

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que o governo deve apresentar um elenco de cinco indicadores de qualidade que serão considerados na renovação das concessões das distribuidoras. Segundo Braga, não é possível usar apenas os índices DEC e FEC para medir a qualidade do serviço prestado ao consumidor. Eduardo Braga reafirmou aos deputados da comissão que o governo pretende exigir das concessionárias de distribuição a apresentação de um plano quinquenal de investimentos, com metas anuais a serem fiscalizadas. As regras para a prorrogação dessas concessões terão de ser aprovadas até o mês que vem, já que várias empresas terão seus contratos vencidos a partir de junho desse ano. (Agência CanalEnergia – 15.04.2015)

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Modelos Setoriais Para a “Cidade do Futuro“

 

1 Evento em São Paulo apresenta soluções para impulsionar cidades inteligentes no Brasi

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Connected Smart Cities acontece em agosto e reunirá governos, empresas e entidades para mapear as necessidades dos municípios brasileiros e apresentar caminhos para o desenvolvimento inteligente. Encontro também divulgará Ranking inédito Ações, investimentos e resultados direcionados ao desenvolvimento das chamadas cidades inteligentes ganham este ano um novo espaço para debates e exposição de soluções. O Connected Smart Cities, que acontece entre os dias 03 e 05 de agosto no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo (SP), envolverá empresas, entidades e governos dispostos a propor e a compartilhar melhorias para cidades mais inteligentes, interconectadas, e que aproveitem o processo de modernização para encontrar um ponto de equilíbrio que sustente o aumento populacional das áreas urbanas. Durante os dois dias do Connected Smart Cities serão apresentados e analisados projetos em estudo ou já implementados que traduzem os diversos modelos de conectividade. Os participantes poderão conhecer cases bem sucedidos de cidades como Florianópolis, Curitiba, Águas de São Pedro, Recife e Rio de Janeiro. (Segs – 22.04.2015)

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2 GE realiza projetos de Cidades Inteligentes para municípios dos Estados Unidos

 

 

Duas cidades dos Estados Unidos, San Diego, na Califórnia, e Jacksonville, na Flórida, testarão em breve uma nova solução da GE para tornarem-se mais inteligentes e eficientes. Os projetos pilotos utilizam instalações de iluminação pública de LED para conectar, coletar e analisar dados, aproveitando o poder da Internet Industrial para ajudar às cidades a funcionarem melhor, oferecendo novos serviços e conveniências para moradores e visitantes. As cidades de todo o mundo enfrentam uma variedade de desafios, como altos custos com a iluminação pública, intensos congestionamentos e áreas para estacionamento. A GE está desenvolvendo soluções que ajudarão às cidades a resolverem estes problemas por meio da sua infraestrutura existente. Ao readaptar a iluminação pública com LEDs, que contém sensores, controles, transmissores sem fio e microprocessadores, uma cidade será capaz de criar novas oportunidades de redução de custos, otimizar suas operações e criar serviços de valor agregado para os moradores, fazendo com que ela seja ainda mais habitável e funcional. “Nos projetos pilotos com San Diego e Jacksonville, vamos trabalhar junto com as cidades para analisar as tendências de dados e determinar onde a solução detém o maior valor e como ela será usada.”, explica Maryrose Sylvester, presidente e CEO da GE Lighting. (Lighting Now! – 22.04.2015)

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Equipe de Pesquisa UFRJ e CPFL
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditor: Fabiano Lacombe
Pesquisador: Rubens Rosental
Assistentes de pesquisa: Daniel Ferolla, Daniel Langone, Eduardo Mattos, Hugo Bastos, Kamaiaji Souza, Kesia da Silva Braga.

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos de vista da CPFL e da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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